2.19.2010

Ter.. Tojo no Tejo

 

Teresa Julião

Esboço para uma amiga…ela sabe quem é…

Latmuryka

Original soundtrack with mixed videos

2.18.2010

Antivírus gratuito para Windows disponível em português

 

A Microsoft acaba de disponibilizar para download a versão portuguesa do Security Essentials, a sua solução gratuita de segurança para uso doméstico - em computadores com sistema operativo Windows.
Compatível com Windows XP, Windows Vista e Windows 7, o programa oferece protecção antivírus e spyware, entre outros tipos de software malicioso.
O objectivo é reduzir o número de utilizadores que continuam a não usar qualquer tipo de solução contra as ameaças online, um esforço que a empresa tem vindo a empreender no sentido de conseguir melhorar a imagem dos seus produtos ao nível da segurança.
De acordo com a empresa, este é "o primeiro produto de segurança da Microsoft a fazer uso do novo Dynamic Signature Service, uma tecnologia que ajuda a assegurar a protecção dos consumidores face aos vírus que vão circulando sem obrigar a aguardar pelos próximos downloads agendados".
A Microsoft vem manifestando intenção de apresentar uma solução de segurança gratuita desde Novembro de 2008, mas quando foi lançada a primeira versão, em Setembro de 2009, esta ficou disponível apenas em oito línguas e 19 mercados, tendo Portugal sido relegado para uma segunda fase.
Na altura, o Security Essentials registou 1,5 milhões de downloads - a nível mundial - durante a semana que se seguiu ao lançamento do produto, segundo informação veiculada à data pela empresa. Actualmente encontra-se disponível em 25 línguas e 74 mercados.

Nokia 888 Concept Phone

Nokia Morph Concept (long)

2.16.2010

The Ark …I´ll be there !

Brendan Durante as décadas de 80 e 90, e temporariamente em 2005, poucos projectos podem gabar-se de terem apaixonado tanta gente tão diferente. Apelando às mais diversas tendências e tribos do espectro musical, dos shoegazers britânicos aos black metallers noruegueses, BRENDAN PERRY e Lisa Gerrard construíram um percurso tão ecléctico e singular quanto se possa imaginar. Do pós-punk gótico dos primeiros discos, os Dead Can Dance abraçaram a world music e criaram discos encantadores, de envolvências obscuras e ambientes melancólicos. A sua música espalhou-se pelo mundo a que iam beber as suas influências e as canções foram parar não só a discos brilhantes como «The Serpent's Egg» ou «Spiritchaser», mas também a séries de televisão e filmes de Hollywood. O percurso iniciado em 1981 terminou em 1998, exceptuando a "reunião" em 2005.

No entanto, nem os fãs tinham ainda enterrado mentalmente o seminal e influente duo, quando a metade masculina dos Dead Can Dance dava o tiro de partida para a sua carreira a solo. «Eye Of The Hunter» chegou aos escaparates em 1999 e, dois anos depois, o músico introduzia-se no universo das bandas-sonoras. Nada interessado em estagnar, Perry juntou-se ao irmão Robert e, de 2000 a 2005, esteve totalmente envolto no mundo dos workshops de percussão africana e afro-cubana. A "reunião" da sua banda de sempre deu-lhe atento para regressar ao mundo da música mais mainstream e 2010 vai ver o lançamento do há muito aguardado sucessor do já longínquo «Eye Of The Hunter». A novidade «Ark» promete ambientes construídos a partir de teclados e outras texturas sonoras e, segundo a própria voz dos Dead Can Dance, é o mais próximo que já esteve deles.
BRENDAN PERRY
Embora a sua carreira e a dos Dead Can Dance sejam indissociáveis, BRENDAN PERRY nem sempre foi apenas o sossegado e introspectivo vocalista dos Dead Can Dance. Em 1997 já era um dos elementos chave dos The Scavengers, vistos pela imprensa local como a resposta da Nova Zelândia aos Buzzcocks. Brendan Michael Perry nasceu em Londres, a 30 de Junho de 1959. Filho de mãe irlandesa e pai londrino, era o mais velho dos três filhos do casal Anne e Michael. À excepção de um curto período num coro de liceu nunca tinha tido aulas de música, mas, sozinho, começou a aprender a tocar guitarra quando aos catorze anos. Em 1973 os pais emigram para a Nova Zelândia e levam os filhos com eles, Por esta altura a música já fazia parte da vida de Perry e, aos 17 anos, o músico começou a tentar tocar nas primeiras bandas. Ainda não suficientemente capacitado para ser aceite pelos grupos mais progressivos, encontrou refúgio nos The Scavengers e, no calor de um movimento em ebulição, transformou-se num pioneiro do punk por aquelas paragens. «Mysterex», co-escrita por Perry, transformou-se num dos singles punk rock mais famosos da Nova Zelândia. Eventualmente os músicos mudam-se para a mais cosmopolita Melbourne, mudam de nome para The Marching Girls, embarcam por uma direcção mais pop e Perry acaba por abandonar.

Influenciado pelos PIL e Joy Division, começa a trabalhar com percussão, sintetizadores e loops - sempre sozinho. Conhece Lisa Gerrard e os Dead Can Dance acabam por nascer ainda na Austrália, mas - face às reacções pouco calorosas que receberam as primeiras actuações ao vivo - acabam por tentar a sorte em Londres. O projecto assina contrato com a lendária 4AD em 1988 e, durante os dezasseis anos seguintes, lança oito álbuns e um disco ao vivo aclamados pela crítica e pelo público. Foi ainda durante o processo de escrita do nono disco de estúdio que a química entre Perry e Gerrard começou a deixar de funcionar, sendo que dois músicos decidiram então seguir caminhos separados. «Eye Of The Hunter», editado em 1999, deu início à carreira a solo de Perry e mostrou-o em regime ainda mais introspectivo. Não é por isso totalmente estranho que, à excepção dos concertos que deu com os Dead Can Dance em 2005, o multi-instrumentista tenha passado a última década ocupado com workshops de percussão e com a criação dos The Salamanders, uma escola/comunidade de samba. Onze anos depois do último álbum de originais surge agora o regresso às edições em nome próprio, com um trabalho que promete apaixonar quem o ouvir. «Ark» foi escrito, gravado e produzido pelo próprio Perry - afirmando-se como o trabalho mais independente e pessoal que assinou em toda a sua carreira.

Dia do evento: 14 Março 2010

Horário: Abertura de portas:21.00     Início do evento:22.00

Bilhetes:25€


Link:
www.brendan-perry.com
Bilhetes: www.ticketline.pt

Songs of Ascension

Commissioned by Stanford Lively Arts, Songs of Ascension is the latest in a long line of major works for an ensemble of voices and instruments by MacArthur "Genius Award" recipient Meredith Monk. Fusing movement, vocalization, and imagery into an organic and powerfully communicative whole, Monk explores musical and spatial motifs that highlight rising sound and movement to convey the spiritual or otherworldly. Monk is joined by her own ensemble plus multimedia artist and fellow MacArthur honoree Ann Hamilton, a string quartet directed by the genre-weaving violinist and Ethel co-founder Todd Reynolds, and members of the Pacific Mozart Ensemble.



2.15.2010

2.14.2010

A star is born - Evergreen

To Valentine

iPad ou Kindle?

 

Para livros digitais ou para navegar na net e ver vídeos e fotografias, os equipamentos têm utilizações diferentes.

ipad

 

A moda dos ‘tablet' e ‘e-reader' veio para ficar e os fabricantes lançaram, ou estão a preparar o lançamento dos seus aparelhos para ler livros electrónicos, acrescentando já novas funções.

 

A Amazon foi pioneira neste produto, com o lançamento do Kindle, mas a "guerra" tornou-se mais acesa quando a Apple apresentou o iPad e direccionou os holofotes para os equipamentos ‘tablet', de tela sensível ao toque e de grandes dimensões, para ler livros ou jornais.

Perante os rumores que já alguns meses circulavam no mercado, a Amazon antecipou-se ao lançamento da Apple e mostrou o novo Kindle DX, um ‘e-reader' de grandes dimensões. A Amazon estará também a preparar uma versão ‘touch' do seu equipamento. E os outros fabricantes começaram a anunciar lançamentos dos ‘tablet' das suas marcas (ver caixas)... Perante tanta oferta, o ‘site' especializado "Electronista" avançou com um comparativo entre o Kindle e o iPad.

Os dois equipamentos, embora semelhantes, acabam por ter conceitos diferentes. A versão actual do Kindle é exclusivamente para ler livros electrónicos enquanto o iPad tem funções mais gerais, como ver vídeos, fotografias, aceder à internet, ver o ‘email', ter jogos e correr determinados programas. Além disso, o ecrã de 9,7 polegadas é a cores, tornando-o mais apelativo, enquanto o Kindle mantém o preto e branco. Contudo o número de livros disponíveis para o Kindle é muito maior que o disponibilizado para a Apple, embora a maioria seja em inglês.

Já o sistema operativo é o mesmo do iPhone. E o acesso à internet da Apple é feito via ‘wi-fi' e também 3G, enquanto que no caso do Kindle é usada apenas a tecnologia 3G.

O "Electronista" defende que a maior esperança para o Kindle é o preço: o equipamento da Amazon Kindle 2 custa 299 dólares (cerca de 220 euros) e se quiser comprar o iPad, quando este chegar ao mercado, terá de desembolsar aproximadamente o dobro. A versão de 16GB custará 499 dólares, com wi-fi, e 629 dólares com wi-fi e 3G. A versão de 32GB vai custar 599 dólares com wi-fi e 729 dólares com'wi-fi' e 3G. Já no iPad com 64GB o preço sobe para 699 dólares com ‘wi-fi' e 829 dólares com ‘wi-fi' e 3G. Ainda não há preços fixos para Portugal mas o equipamento custará entre 340 e 590 euros. O Kindle DX, versão mais desenvolvida do ‘e-reader' da Amazon, custa 340 euros.

Contudo, há rumores de que a Apple poderá baixar o preço do produto, após a morna recepção pelo mercado e pelos especialistas em tecnologia, o que pode levar a que os compradores esperem de facto pela baixa do preço antes de comprar ao preço de novidade. O Kindle DX é apenas dez dólares mais barato que a versão mais básica do iPad mas este nem tem equipamento 3G. No caso da Amazon, a tecnologia é gratuita. Além disso o mercado também espera uma baixa de preço do Kindle.

No que toca a autonomia o Kindle fica a ganhar: o equipamento da Amazon tem bateria para vários dias enquanto o iPad só para 10 horas. Apesar das diferenças, a Amazon parece não querer perder a guerra e comprou já uma empresa especialista em telas ‘touch'. O Kindle vai ainda passar a permitir aplicações. Neste campo a Apple deverá adaptar algumas aplicações do iPhone para o seu ‘tablet'.

iPad ou Kindle? Saiba qual o mais indicado para si | Económico